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20-08-2021

Exames da segunda fase do secundário

Os alunos impedidos de realizar exames nacionais, devido à covid-19 ou a doenças graves, poderão utilizar os exames da segunda fase como prova de ingresso na primeira fase dos concursos de acesso ao ensino superior.   Devido à atual pandemia que, entre outras situações, pode obrigar ao isolamento profilático de alunos em época de exames, a Comissão Nacional de Acesso ao Ensino Superior decidiu criar esta medida excecional e temporária com o intuito de minimizar “eventuais impactos discriminatórios”. “Os exames finais nacionais do ensino secundário realizados na 2.ª fase de exames do ano lectivo 2020-2021 podem, a título excecional, ser utilizados como provas de ingresso na 1.ª fase dos concursos de acesso e ingresso ao ensino superior de 2021-2022”, menciona a deliberação publicada no Diário da República. Esta medida aplica-se aos estudantes que não conseguiram realizar os exames na primeira fase por se “encontrarem em confinamento obrigatório, em estabelecimento de saúde ou no respetivo domicílio, pelo facto de estarem infetados pela doença covid-19 ou por ter sido determinada por autoridade de saúde a vigilância ativa sobre as suas situações no âmbito da atual pandemia”, assim como “por terem sido afetados por graves motivos de saúde, designadamente intervenções cirúrgicas”.   Nesta última situação, a Comissão Nacional de Acesso ao Ensino Superior salienta que “a candidatura à primeira fase dos concursos do regime geral de acesso carece sempre da respetiva validação por parte da Autoridade Nacional ou Regional de Saúde”.   Fonte: Público
17-05-2021

Saúde mental infantil: quais os sinais de alerta?

Este valor tem vindo a aumentar e reflete diversos fatores de risco que tendem muitas vezes a ser desvalorizados quanto a saúde mental infantil.   A saúde mental está repleta de mitos e preconceitos e muitos pais ainda sentem dificuldades em procurar apoio especializado às necessidades das crianças e, consequentemente, não são capazes de despistar os sinais de alerta que devem levar à procura de ajuda.   É fundamental tomar a consciência de que pedir ajuda não significa que os pais estão a desempenhar de forma incorreta o seu papel, mas sim que, perante a dificuldade, são capazes de estar atentos e de tomar as medidas mais sensatas para o saudável desenvolvimento dos seus filhos. Assim sendo, é essencial que os pais e educadores tenham em consideração alguns sinais de alerta que surgem e se prolongam no tempo, mesmo após as estratégias para inverter esses sinais.   Deve ser procurado um apoio profissional sempre que emergem comportamentos que prejudicam o dia a dia da criança, nomeadamente: Dificuldades na relação com os outros: seja isolamento social, característico das crianças mais contidas e com medo de falhar, agressividade e comportamentos mais agitados. Quebra no rendimento escolar: o rendimento escolar reflete muito a estabilidade emocional e social da criança, sendo um aspeto que entra em défice aquando destas dificuldades. Agitação excessiva, dificuldades de concentração, tiques ou rituais que persistem no tempo. Dificuldade em controlar os esfíncteres: a dificuldade em controlar a urina e as fezes tendem a ser reflexo de alguma angústia e instabilidade. Dificuldade em lidar com lutos ou separações. Dores físicas excessivas, sem justificativa médica: as queixas generalizadas de dores corporais e que, tendencialmente, oscilam em intensidade e em localização, são muitas vezes um sintoma psicossomático que deve ser tido em consideração. Dificuldades alimentares: seja por défice ou por excesso, a relação com a comida é muitas vezes uma forma de nos acalmarmos e de nos libertarmos emocionalmente.   Acima de tudo, nunca nos devemos esquecer que as crianças ainda não são capazes de dar significado às suas emoções, às relações e a tudo aquilo que vivenciam e que, por essa mesma razão, não são ainda capazes de pedir ajuda quando não se sentem bem a nível mental. Na maioria das vezes, as dificuldades de foro mental aparecem mascaradas e não ficam claras para os adultos à volta da criança, sendo imprescindível uma atenção extrema.   Fonte: Lifestyle Sapo
17-02-2021

Abandono escolar atingiu novamente mínimo histórico e ultrapassou meta europeia

De acordo com os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), no ano passado o abandono escolar atingiu o valor mais baixo de sempre, tendo descido de 10,6% em 2019 para 8,9% e ultrapassado a meta europeia que definia uma taxa de Abandono Precoce de Educação e Formação de até 10% até 2020.   “Os resultados mostram uma evolução constante, firme e extraordinariamente notável do país, naquele que é considerado pela Comissão Europeia como um dos principais indicadores da performance dos sistemas educativos”, escreve em comunicado o Ministério da Educação.   Nesse mesmo comunicado, é reforçado ainda o facto de que, há duas décadas, quando este indicador começou a ser apurado, Portugal registava valores próximos dos 50%, ultrapassando em cerca de 30% a média europeia. Caso esta tendência de redução se mantenha, a par da estagnação à escala europeia, Portugal poderá alcançar ainda este ano um valor de abandono escolar precoce abaixo da média da União Europeia.   Para o Ministério da Educação, o desafio de reduzir o abandono escolar precoce revela-se ainda mais desafiante e importante perante o atual contexto de pandemia, justificando deste modo a possibilidade de as crianças e jovens em risco poderem ter aulas presenciais durante o regime de ensino a distância.   A tutela saúda as comunidades educativas pelos resultados positivos, realçando a necessidade de continuar a traçar o mesmo caminho através do aprofundamento das iniciativas que têm contribuído para o combate ao abandono.   Fonte: Sapo
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