“O associativismo juvenil tem-se demonstrado como uma ferramenta absolutamente fundamental para aumentarmos o espírito critico, participativo e cidadão dos nossos jovens”, disse o governante.
“São muitas vezes os jovens através das associações juvenis que vêm a nós, que não somos tão jovens, e que nos dizem que as coisas têm de ser feitas de forma diferente e que as coisas podem ser feitas de forma muito melhorada”, observou.
A campanha da FNAJ pretende sensibilizar para uma maior participação por parte dos jovens nas suas comunidades, potenciando o surgimento de novas associações juvenis, através de um concurso dirigido a alunos do 9.º ao 12.º ano de 40 escolas de todo o país.
Segundo o mesmo responsável, podem candidatar-se ao concurso grupos de três a cinco jovens, com projetos em qualquer área.
“A criatividade é o limite. Podem escolher temas desde os direitos humanos à preservação de uma tradição local. É tudo permitido”, explicou Tiago Rêgo. O concurso “Vamos criar uma associação juvenil” irá decorrer até abril.
Os autores do projeto melhor classificado irão ganhar uma viagem a uma cidade europeia, onde irão contactar com outros dirigentes associativos.
Estão previstas ações de sensibilização e sessões de orientação nas escolas participantes.