O que muda na prática
- Os manuais tornam-se recursos mais pessoais: os alunos poderão escrever, riscar, desenhar e sublinhar à vontade.
- O livro deixa de ser apenas material “emprestado” - passa a fazer parte do processo de aprendizagem individual.
- A regra já era parcialmente aplicada, mas agora essa liberdade é formalizada para todos os alunos do 1º ciclo.
Vantagens esperadas
- Incentiva a interação ativa com o manual - sublinhar e fazer anotações ajuda a reforçar a aprendizagem.
- Reduz o medo de “estragar” o livro e torna os alunos menos hesitantes em aprender por tentativa e erro.
- Incentiva o sentimento de que o livro é "seu" - mais cuidado, mais responsabilidade.
Desafios a considerar
- Garantir que os manuais reutilizados em anos seguintes estejam em condições aceitáveis.
- Ajustar as políticas de uso e manutenção - por exemplo, capas protetoras ou critérios mínimos de conservação.
- Formação de professores para trabalhar com alunos que “marcam os seus livro” (ensinar a fazer bom uso dessas anotações).
No KUBO, valorizamos qualquer medida que promova aprendizagem ativa, autonomia e o envolvimento do aluno. Vemos esta mudança como uma oportunidade para:
- Incentivar práticas de estudo mais criativas e personalizadas;
- Reforçar o papel do manual como instrumento de aprendizagem que evolui com o aluno;
- Apoiar professores e alunos no uso eficaz destas novas liberdades.
Esta medida tem o potencial de transformar a forma como as crianças interagem com o conhecimento.
Fonte: Observador